Esgotei todas as alternativas?

Esta é uma pergunta que surge muitas vezes nas relações de casal, após uma rotura.

Como sabemos se esgotamos todas as hipóteses?

Numa primeira análise, parece-me ser claro que esta é uma questão que pode nunca encontrar uma resposta, pelo que a pergunta constitui-se como um excelente argumento para ir adiando uma decisão. Por outro lado e subjacente à questão em causa, está implícita a necessidade de securização relativamente a uma eventual culpa.

Será que é, de facto, aquela a pergunta a fazer? Ou seria mais efetivo perguntar-se: é isto que quero para mim?

gs

 

Publicado por M. Conceição Viterbo

Natural da cidade do Porto. Profissionalmente, sou Psicóloga Clínica, Instrutora de Mindfulness, Hipnoterapeuta Clínica, Formadora e Consultora.

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